quinta-feira, 30 de junho de 2011

Manifeste-se sobre o desrespeito ao sentimento religioso ocorrido na Parada Gay


A Parada do Orgulho Lésbico, Gay, Bissexual e Transgênero de São Paulo decidiu este ano utilizar imagens ofensivas aos católicos para promover o uso do preservativo nas relações homossexuais.

O evento, que teve como tema um versículo do Evangelho de São João manipulado - "Amai-vos uns aos outros: basta de homofobia!" - colocou 170 cartazes em postes ao longo da avenida Paulista, com modelos masculinos representando santos católicos como se fossem homossexuais, seminus e em posturas eróticas, ao lado das mensagens: "Nem santo te protege" e "Use camisinha".

O fato foi uma clara provocação e um desrespeito à Igreja e às práticas religiosas de 155 milhões de brasileiros que professam a fé católica. É um ataque, deboche e vilipêndio do ensinamento moral da Igreja, que considera - sendo fiel à Revelação - os atos homossexuais intrinsecamente maus.

O Código Penal, no artigo 208, assinala que é crime:

"escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso. Pena – detenção de um mês a um ano, ou multa".

O que houve na Avenida Paulista durante a "Parada LGBT" foi vilipêndio público do culto católico e ofensa ao sentimento religioso. O fato se torna ainda mais grave pelo fato de a Parada receber financiamento público, especialmente dos Ministérios da Cultura e da Saúde, da Petrobrás, da Caixa Econômica Federal e da Prefeitura de São Paulo. Consideramos que se este episódio passar despercebido, outros mais graves virão.
Se você sentiu-se ofendido e agredido na sua fé com os cartazes desrespeitosos à fé católica na "Parada LGBT", convidamos a:



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quarta-feira, 29 de junho de 2011

“Kit gay” nas escolas

Suponhamos que o governo federal desviasse trezentos milhões de reais dos nossos tributos e os dividisse clandestinamente entre políticos da base aliada. Seria um grave delito, mas não tão grave quanto aquele a que me refiro.

Nosso governo não apenas privou-nos de R$ 302,8 milhões, que poderiam ser usados para a saúde, a educação, a segurança pública... Reservou esse montante de nosso dinheiro para o fim específico de corromper crianças, adolescentes e famílias.

Não há nenhum exagero na afirmação acima. Trezentos e dois milhões e oitocentos mil reais é o valor de uma emenda ao orçamento aprovada pelo Senado no ano passado para iniciativas de apoio à “prevenção e combate à homofobia”[1].

Com esse objetivo, o Ministério da Educação e Cultura (MEC) em parceria com a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), elaborou um “kit anti-homofobia” que deveria ser distribuído nas escolas no segundo semestre deste ano. Segundo o ativista homossexual Beto de Jesus, membro da ABGLT, que trabalhou na elaboração do “kit gay”, cerca de R$ 1,5 milhão foi gasto nesse projeto[2]. Destinado a crianças e adolescentes a partir de onze anos, o material é uma autêntica doutrinação na ideologia de gênero. Segundo essa concepção, masculinidade e feminilidade são puras construções sociais (gêneros) que nada têm a ver com os dados biológicos (sexos). O matrimônio entre um homem e uma mulher é apenas uma entre tantas outras “opções” sexuais. Vejamos o que defendem três vídeos desse “kit”.

Travestismo

O vídeo “Encontrando Bianca”[3] mostra um adolescente chamado José Ricardo que, inconformado com o próprio sexo, vai à escola vestido como menina e com as unhas pintadas de vermelho. Deseja ser chamado de Bianca, o nome de sua atriz preferida, inclusive na hora da chamada. Lamenta não poder usar o banheiro feminino. Sofre “perseguições” e “preconceitos”, mas acaba tendo apoio de colegas e professores.

Bissexualismo

O vídeo “Probabilidade”[4] apresenta o jovem Leonardo, que, ao mudar-se de cidade, lamenta-se por ter que separar-se de Carla. Matriculado em outra escola, Leonardo conhece Mateus, um homossexual. Os dois sofrem zombaria dos colegas, que os chamam de “namoradinhos”. Mateus apresenta-lhe seu primo Rafael, que está para se mudar, e Leonardo “apaixona-se” por ele. Fica então em dúvida quanto à sua própria identidade sexual, pois sente atração por pessoa do mesmo sexo (Rafael) e do sexo oposto (Carla). Em uma aula de Matemática, Leonardo “descobre” que pode “ficar” tanto com garotos como com garotas. Assim, probabilidade de encontrar alguém pelo qual sinta atração é “quase cinquenta por cento maior”.

Lesbianismo

O vídeo “Torpedo”[5] apresenta a adolescente Vanessa recebendo em seu celular uma mensagem de sua colega Ana. Esta lhe comunica que ambas foram fotografadas durante uma festa e que sua imagem circula pela Internet e foi fixada no corredor da escola. As duas resolvem enfrentar a “homofobia” e assumem publicamente o lesbianismo. Uma diz: “Quer ir namorar comigo?”. A outra responde: “Acho que a gente já está namorando”.

Reação dos deputados e recuo do governo

Quando o ministro da Educação Fernando Haddad afirmou que o kit “Escola sem homofobia” seria mantido tal como foi feito, recusando o diálogo com parlamentares prometido dias antes, a bancada católica e evangélica da Câmara ameaçou convocar o ministro da Casa Civil Antônio Palocci para explicar sobre denúncias acerca da evolução do seu patrimônio. Ameaçou também realizar uma Comissão Geral para discutir o material pró-homossexualismo, criar uma CPI sobre o Ministério da Educação, pedir a exoneração de Fernando Haddad e ainda obstruir as votações[6].

No dia seguinte, 25 de maio de 2011, Dilma resolveu suspender a distribuição do “kit” por achá-lo “inapropriado” para o objetivo de combater a “homofobia”. O anúncio foi feito pelo ministro da Secretaria Geral da Presidência Gilberto Carvalho, fazendo questão de dizer que não se trata de um recuo, mas de “um processo de consulta que o governo passará a fazer, como faz em outros temas também, porque isso é parte vigente da democracia”[7].

Segundo o jornal O Globo, a proibição de Dilma se estenderia também à cartilha de pornografia “O caderno das coisas importantes – confidencial”, em que os alunos são convidados a descrever suas experiências sexuais às ocultas de seus pais, e outros livretos que, em forma de estórias em quadrinhos, apresentam cenas de beijos entre homens e entre mulheres. A apologia do homossexualismo faz parte do Programa DST-Aids, lançado em 2008 pelo então ministro da Saúde José Gomes Temporão[8].

É preciso, porém, ter cautela para verificar se, de fato, todo esse material foi afastado das crianças. Mais do que nunca é preciso que os pais vigiem o material escolar que está sendo usado por seus filhos. Além disso, a campanha de corrupção infanto-juvenil foi apenas adiada. Até o fim do ano, o Ministério da Educação pretende lançar uma nova versão do “kit gay” a ser distribuída nas escolas[9]. Obtivemos uma vitória, mas estamos muito longe de poder ficar tranquilos.



Anápolis, 13 de junho de 2011.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz.

Presidente do Pró-Vida de Anápolis


[1] CDH aprova R$ 1,15 bilhão em emendas ao Orçamento de 2011. Agência Senado, 23 nov. 2010, in: http://www.senado.gov.br/noticias/verNoticia.aspx?codNoticia=105564
 




[6] Cf. Deputados cristãos ameaçam convocar Palocci se governo mantiver “kit anti-homofobia”, Agência Câmara de Notícias, 24/05/2011, 20h47min, in: http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/197537-DEPUTADOS-CRISTAOS-AMEACAM-CONVOCAR-PALOCCI-SE-GOVERNO-MANTIVER-“KIT-ANTI-HOMOFOBIA”.html

[7] Dilma Rousseff manda suspender kit anti-homofobia, diz ministro, G1, 25/05/2011, in:



[9] Cf. MEC pretende lançar nova versão do kit anti-homofobia ainda este ano, G1, 27/05/2011, in: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/05/mec-pretende-lancar-nova-versao-do-kit-anti-homofobia-ainda-este-ano.html

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Homossexualismo e Catolicismo

"Publicamos hoje dois episódios do Vortex que tratam do delicado tema do homossexualismo. Decidimos publicá-los no mesmo post para evitar qualquer tipo de acusação irracional de que o Real Catholic TV é homofóbico e, por extensão, este blog que legenda os vídeos do Vortex. Um dos vídeos trata da disseminação da cultura gay na mídia norte-americana, chamando a atenção para a atuação do homossexualismo político (uma ideologia que está muito bem descrita neste vídeo: (http://padrepauloricardo.org/audio/22-parresia-homossexualismo-e-a-ideologia-gay/) nesse país. O outro trata do indivíduo homossexual que decide viver segundo os ensinamentos da Igreja Católica (consultar também este vídeo: (http://padrepauloricardo.org/audio/15-a-resposta-catolica-orientacao-a-um-homossexual/). Portanto, ele não tem valor algum para aqueles que já se aproximam com preconceitos e radicalismos em relação ao que a Igreja pensa sobre o assunto. Porém aqueles que tiverem interesse em saber o que a Igreja recomenda para a as pessoas que têm de carregar essa cruz específica, farão muito bem em acompanhar com atenção ao que Michael Voris diz aos homossexuais que, repetimos, querem viver segundo o que a Santa Igreja ensina. Com esta nota introdutória, pretendemos deixar claro, então, que nenhum dos vídeos pode ser rotulado como homofóbico ou qualquer coisa que o valha. 
 
PS: Estamos utilizando a ferramenta de legenda do Youtube, se preferirem o nossa legedagem tradicional basta nos notificar. Se não aparecer as legendas automaticamente, será preciso ativar o closed caption do vídeo, eh um botão que fica do lado inferior direito. Obrigado, Equipe Vortex em Português." Nota do Vortex em português
 





Mais confira no VORTEXem PORTUGUÊS

A PLENO PULMÕES!

Nós católicos devemos tomar consciência da grave situação para a qual o Brasil tem sido guiado. As ideologias em voga e a cultura da morte têm influído na vida política, intelectual e cultural brasileira a tal ponto, que o maior país católico do mundo tem visto suas raízes cristãs serem destroçadas e mutiladas.

Não podemos ficar inermes e em silêncio. O tempo urge uma tomada de decisão inteligente, estratégica e eficaz. Precisamos de católicos - o número não importa - que estejam dispostos a lutar até as últimas consequências para que Cristo Reine.

Este blog a partir de agora terá um aspecto mais combativo. A situação presente não dá margem para a passividade, covardia e indiferença. Resistimos até o último momento, mas percebemos que o momento chegou! Diante das triste situação de apatia em que vivemos não podemos nos silenciar. Nossa cara será colocada para receber tapas de todos os lados a fim de que a Verdade possa triunfar. 

Estamos cansados dos inimigos que estão dentro e fora da Igreja. Os que estão fora são perversos, são como leões forazes prontos para nos devorar. Estão à espreita esperando o momento certo de atacar. Os que estão dentro fazem valer o alerta de Nosso Senhor: "Eles vêm a vós disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos arrebatadores." (Mateus 7: 15). O momento agora é de união dos católicos e não de divsão. O pai da mentira (nem preciso dizer o nome) é o pai da divisão, do cisma, das brigas...

Portanto,continuemos juntos, unidos, com coragem, pois esta luta já foi vencida por Nosso Senhor Jesus Cristo! Só precisamos vencer as batalhas  para as quais Ele nos convoca. Se não as vencermos, pelo menos vamos entregar tudo de nós e termos a consciência limpa quando  nos ajoelharmos  - no dia do juízo - diante de nosso REI! 
Amigo da Cruz

Em torno da causa gay

Toda a campanha em favor da causa gay, e que orienta a aprovação do Projeto de Lei 122, em tramitação no Senado, parte de uma mesma premissa: haveria, no Brasil, um surto de homofobia – isto é, hostilidade e ameaça física aos gays.

A premissa não se sustenta estatisticamente. Os números, comparativamente aos casos gerais de homicídios anuais no país – cerca de 50 mil! -, são irrelevantes.

Segundo o Grupo Gay da Bahia, de 1980 a 2009, foram documentados 3.196 homicídios de homossexuais no Brasil, média de 110 por ano.

Mais: não se sabe se essas pessoas foram mortas por essa razão específica ou se o crime se deu entre elas próprias, por razões passionais, ou pelas razões gerais que vitimam os outros 49 mil e tantos infelizes, vítimas do surto de insegurança que abala há décadas o país.

Se a lógica for a dos números, então o que há é o contrário: um surto de heterofobia, já que a quase totalidade dos assassinatos se dá contra pessoas de conduta hetero.

O que se constata é que há duas coisas distintas em pauta, que se confundem propositalmente e geram toda a confusão que envolve o tema.

Uma coisa é o movimento gay, que busca criar espaço político, com suas organizações não governamentais e verbas públicas, ocupando áreas de influência, com o objetivo de obter estatuto próprio, como se opção de conduta sexual representasse uma categoria social.

Outra é o homossexualismo propriamente dito, que não acrescenta nem retira direitos de cidadania de ninguém. Se alguém é agredido ou ameaçado, já há legislação específica para tratar do assunto, independentemente dos motivos alegados pelo agressor. Não seria, pois, necessário criar legislação própria.

Comparar essa questão com o racismo, como tem sido feito, é absolutamente impróprio. Não se escolhe a raça que se tem e ver-se privado de algum direito por essa razão, ou previamente classificado numa categoria humana inferior, é uma barbárie.

Não é o que se dá com o homossexualismo. As condutas sexuais podem, sim, ser objeto de avaliação de ordem moral e existencial, tarefa inerente, por exemplo (mas não apenas), às religiões.

Elas – e segue-as quem quer – avaliam, desde que existem, não apenas condutas sexuais (aí incluída inclusive a dos heterossexuais), mas diversas outras, que envolvem questões como usura, intemperança, promiscuidade, infidelidade, honestidade etcetera.

E não é um direito apenas delas continuar sua pregação em torno do comportamento moral humano, mas de todos os que, mesmo agnósticos, se ocupam do tema, que é também filosófico, político e existencial.

Assim como o indivíduo, dentro de seu livre arbítrio, tem a liberdade de opções de conduta íntima, há também o direito de que essa prática seja avaliada à luz de outros valores, sem que importe em crime ou discriminação. A filosofia faz isso há milênios.

Crime seria incitar a violência contra aqueles que são objeto dessa crítica. E isso inexiste como fenômeno social no Brasil. Ninguém discute o direito legal de o homossexual exercer sua opção. E a lei lhe garante esse direito, que é exercido amplamente.

O que não é possível é querer dar-lhe dimensão que não tem: de portador de direitos diferenciados, delírio que chega ao extremo de se cogitar da criação de cotas nas empresas, universidades e partidos políticos a quem fez tal opção de vida.

Mesmo a nomenclatura que se pretende estabelecer é falsa. A união de dois homossexuais não cria uma família, entendida esta como uma unidade social estabelecida para gerar descendência e permitir a continuidade da vida humana no planeta.

Casamento é instituição concebida para organizar socialmente, mediante estatuto próprio, com compromissos recíprocos, a geração e criação de filhos.

Como aplicá-lo a outro tipo de união que não possibilita o que está na essência do matrimônio? Que se busque então outro nome, não apenas para evitar confusões conceituais, mas até para que se permita estabelecer uma legislação que garanta direitos e estabeleça deveres específicos às partes.

Há dias, num artigo na Folha de São Paulo, um líder de uma das muitas organizações não governamentais gays do país chegou a afirmar que a heterossexualidade não resultaria da natureza, mas de mero (e, pelo que entendi, nefasto) condicionamento cultural, que começaria já com a criança no ventre materno.

Esqueceu-se de observar que, para que haja uma criança no ventre materno, foi necessária uma relação heterossexual, sem a qual nem ele mesmo, que escrevia o artigo, existiria.

Portanto, a defesa de um direito que não está sendo contestado – a opção pelo homossexualismo – chegou ao paroxismo de questionar a normalidade (e o próprio mérito moral) da relação heterossexual, origem única e insubstituível da vida. Não há dúvida de que está em cena um capítulo psicótico da história.

Ruy Fabiano é jornalista.
Brasilia, 25 de junho de 2011.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Paletra do Leão de Guarulhos Dom Luiz Bergonzini

Palestra de Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, bispo da Diocese de Guarulhos, sob título de "A cultura da vida contra a cultura da morte", apresentada no dia 20 de junho (segunda-feira),  Auditório do Colégio e Faculdade São Bento, no centro de São Paulo, e organizada pelo Instituto Plínio Corrêa de Oliveira.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

PRESERVATIVO NÃO É TOTALMENTE SEGURO CONTRA DST

Entrevista com a Dra. María del Rosario Laris


CIDADE DO MÉXICO, quarta-feira, 22 de junho de 2011 (ZENIT.org – El Observador) - A Dra. María del Rosario Laris, que dirige o site www.sexoseguro.mx, oferece nesta entrevista informação sobre a efetividade do preservativo na prevenção das doenças sexualmente transmissíveis (DST) – especialmente da AIDS – e da gravidez indesejada, em busca do “sexo seguro”.
ZENIT: O nome do seu site pode gerar curiosidade e até parecer ofensivo, pois se trata do que a mídia argumenta sobre o tema do preservativo, não é assim?
María del Rosario Laris: Sim, certamente, mas se trata de outra questão. Os estudos científicos que apresentamos no site nos indicam claramente a verdadeira efetividade do preservativo para prevenir as DST. Por exemplo, no caso do HIV, as revisões internacionais lhe outorgam uma média de 80% de efetividade com uso contínuo (ou seja, em 100% das relações sexuais), deixando uma janela de 20% de possibilidade de contágio, o que o aumenta notavelmente (em até 50%) quando o uso do preservativo não se dá em 100% das relações sexuais.
ZENIT: Há outras DST para as quais o preservativo tem pouca eficácia de prevenção?
María del Rosario Laris: A efetividade do preservativo para as DST que se transmitem através do contato com a pele, como o vírus da herpes, é de 30%, com uso contínuo; mas no caso do HPV, existem vários estudos, incluindo aqueles publicados no Boletim da Organização Mundial da Saúde, que indicam que não existem dados que demonstrem que a utilização do preservativo proteja realmente contra este vírus – e este fato pode desencadear o câncer do colo do útero nas mulheres do mundo inteiro.
ZENIT: Qual é a efetividade do preservativo como método para evitar uma gravidez indesejada?
María del Rosario Laris: O preservativo tem grandes possibilidades de falhar na tentativa de evitar a gravidez, com dados de 12 a 17%, e até de 50% no segundo ano de utilização.
ZENIT: Tão evidente assim? A mídia diz outra coisa, bem diferente...
María del Rosario Laris: De fato, a dura informação nos apresenta uma realidade diferente da que é promovida pela indústria farmacêutica, dedicada à produção, distribuição e comercialização de preservativos no âmbito mundial, assim como governos e organizações que unicamente buscam fazer que os adolescentes e jovens acreditem que, utilizando o preservativo, é possível viver responsavelmente a vida sexual – o que, a longo prazo, levou a um incremento das DST e das gravidezes nas adolescentes.
ZENIT: Em muitos países, como no México, se diz que o preservativo é sinônimo de “sexo seguro” e já o elevaram quase a matéria formal nas instituições de ensino...
María del Rosario Laris: Estudos científicos demonstram que a exposição à educação no uso do preservativo não tem como consequência uma maior segurança nas práticas sexuais nem aumenta seu uso no caso de condutas sexuais de risco, mas, ao contrário, criam ilusões sobre o mal-entendido “sexo seguro”, o que diminui a idade do início da vida sexual, aumenta o número de parceiros sexuais entre os jovens e dá como resultado direto um aumento no número das DST.
Para saber mais: www.sexoseguro.mx
Fonte: Zenit.org

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Padre Paulo Ricardo fala sobre: “O poder paralelo dentro da Igreja”

Blog dedicado a Jackson de Figueiredo

Blog dedicado à memória de Jackson de Figueiredo Martins (1891 — 1928) . Advogado, ensaísta, jornalista, critíco e católico fervoroso, Jackson imprimiu no Centro Dom Vital um espírito de luta e irrenunciável defesa dos princípios cristãos. De temperamento forte e caráter convicto, despertou admiração de muitos que o conheceram. Ainda hoje deperta atenção dos que admiram a história do Centro Dom Vital e seus tempos áureos!


terça-feira, 14 de junho de 2011

Iniciativa brasileira recorda os 75 anos do falecimento de Gibert Keith Chesterton

REDAÇÃO CENTRAL, 14 Jun. 11 / 07:39 pm (ACI)

Um dos maiores apologistas católico do século XX, Gilbert Keith Chesterton, morreu há exatos 75 anos. Uma iniciativa criada no Brasil, o site Chesterton Brasil, recorda em um artigo a figura deste escritor converso ao catolicismo, lançando a ideia de criar uma Sociedade Chestertoniana Brasileira como as que já existem em outros países.

Em um artigo enviado à ACI Digital, os membros do Chesterton Brasil recordam que “Gilbert Keith Chesterton nasceu no dia 29 de maio de 1874 e faleceu no dia 14 de junho de 1936. Grande defensor da fé católica, Chesterton nasceu e foi criado no Anglicanismo. Converteu-se em 1922, aos 48 anos de idade”.

“Chesterton foi polemista por natureza. Sempre alegre e respeitoso com seus amigos, admiradores e até opositores, nunca deixou de defender a verdade com rigor lógico e utilização de argumentos baseados na filosofia do Senso Comum”, recordaram também os criadores da iniciativa.

Os organizadores do Chesterton Brasil destacam um dos seus melhores livros que leva o título de Ortodoxia, escrito em 1908. Paradoxalmente, o autor escreveu essa primorosa defesa da Fé antes de se converter. A obra “foi escrita em resposta a G. S. Stree, que o desafiou a expor sua filosofia, já que na obra Hereges (1905) (...) Chesterton demonstrou a fraqueza e irracionalidade do pensamento moderno e as incoerências das novas ideologias”.

“A maior parte das modernas filosofias não são filosofias, mas dúvidas sobre a possibilidade de haver filosofia”, escreveu Chesterton em sua biografia dedicada a Santo Tomás de Aquino.

“No entanto, Chesterton ficou muito conhecido no Brasil por suas histórias policiais. Autor do personagem Padre Brown, o autor escreveu diversos contos que foram publicados em livros com títulos como “A inocência do Padre Brown”; “O segredo do Padre Brown”, entre outros”, afirmam também os autores da iniciativa.

O converso britânico criou um personagem distinto dos detetives de Conan Doyle e Poe, pois Padre Brown é um detetive que aparenta ingenuidade, mas age com incríveis perspicácia e agudeza investigativa.

Mais adiante, os membros do Chesterton Brasil recordam que o autor “escreveu mais de 80 livros e 400 artigos. Escreveu para os jornais Daily News, Illustrated London News e The New Witness. Em 1926, fundou o seu próprio periódico, chamado de G.K.’s Weekly. Casou-se em 1901 com Fraces Blogg, sua inseparável e amada esposa. Não tiveram filhos por causa de um problema de saúde por parte de Frances”.

“Foi muito elogiado por diversos escritores, como C.S.Lewis, Jorge Luiz Borges, Étienne Gilson, Hillaire Belloc e seu adversário e amigo Bernard Shaw. No Brasil destacam-se Alceu Amoroso Lima, Gustavo Corção e Gilberto Freire. Até Antônio Gramsci, comunista italiano, elogiou as obras de Chesterton”.

Chesterton faleceu em sua casa no dia 14 de junho de 1936. Naquela ocasião, o Papa Pio XI, através do Cardeal Eugenio Pacelli – futuro Pio XII -, escreveu por meio de um telegrama:

“O Santo Padre está profundamente consternado com a morte de Gilbert Keith Chesterton, devoto filho da Santa Igreja, dotado defensor da Fé Católica. Sua Santidade oferece paternais condolências ao povo da Inglaterra, promete orações pelo falecido amigo e outorga sua Benção Apostólica”.

“Ironicamente, Chesterton recebeu o título de Fidei Defensor, que havia sido concedido por Leão X ao rei Henrique VIII antes deste se rebelar contra a Igreja”, recorda o artigo do Chesterton Brasil.

Em 2009, num congresso realizado e organizado em Oxford, com o tema “A santidade de G. K. Chesterton”, foi apresentada às autoridades eclesiásticas a proposta de se iniciar o processo de estudo para a beatificação de Chesterton.

Os organizadores do Chesterton Brasil afirmam que “apesar de existirem diversas iniciativas no exterior dedicadas a resgatar sua memória e obras, aqui no Brasil Chesterton infelizmente é desconhecido. Pouquíssimas obras – comparadas com o montante que ele produziu – estão traduzidas para o português”.

O site Chesterton Brasil tenta suprir esta ausência de material sobre o autor e busca “compilar e difundir o pensamento de Gilbert Keith Chesterton” lançando a ideia de em breve formar uma Sociedade Chestertoniana Brasileira, como as Inglesas, Americanas, Argentina e Italiana.

O site possui traduções de artigos, vídeos, a oração para a beatificação, frases, livros para download, trabalhos acadêmicos, imagens, e outros recursos de interesse para aqueles que queiram conhecer melhor este escritor católico do século XX e sua obra.

Para mais informações sobre a vida e obras do autor visite: http://chestertonbrasil.blogspot.com/

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Si Jesucristo viniera, Chesterton

"...La cabeza de la Iglesia Católica, a quin llamamos El Vicario de Cristo, lanzó uma proclamación denominada comúnmente Rerum Novarum, em la que manifestaba três cosas: 1) Que la concentración de riqueza existe em manos de los capitalistas “impone sobre millones de trabajadores um yugo poco mejor que la esclavitud.” 2) Que no hemos de huir de ella mediante la concetración Del comunismo, pues este niega lãs formas naturales de La propriedad, la libertad y la pátria. 3) Que aunque a los asalariados les asista el derecho de asociación e incluso de huelga, em ciertas condiciones justas, es mejor que “los pobres se conviertan em proprietarios hasta donde sea posible”, es decir, em pequeños capitalistas o dueños de los sinópticos, ni tampoco se trata de um consejo puramente espiritual dirigido a um individuo aislado. Traza com la mayor claridad uma línea general de conduta que no tiene nada de malo, a excepción de que nadie actuá de acuerdo com ella...

Ahora bien, mantengo sin vacilar que si el mundo moderno hubiera escuchado El consejo Del Papa em los últimos cuarenta años,  habría realizado um esfuerzo para dispersar El capitalismo sin aceptar realizado um esfuerzo violento para dispersar El capitalismo sin aceptar El comunismo; si se hubiera conseguido que El ser proprietário fuera algo normal entre la gente normal, no estaríamos em la horrible confusión em la que nos encontramos em la actualidad; los pobres tendrían unas condiciones de vida dignas y decentes y los cristianos podrían aducirlo como defensa frente AL comunismo. Ahora bien, como hemos seguido um camino horriblemente endemoniado, tenemos que defender algo casi indefendible, solo porque El remédio ES todavia peor que la enfermidad."

Trecho do artigo “Good Housekeeping”, abril de 1932 (Chesterton Review, vol. X, n.1, pp.9-11).
Retirado do livro PEARCE, Joseph. G.K.Chesterton: sabidúria e inocencia. Madrid: Encuentro. 2009. pp. 511-512

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