segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

JMJ RIO 2013 e suas atuais e futuras críticas

JMJ RIO 2013 e suas atuais e futuras críticas


Infelizmente não nos surpreende que a Jornada Mundial da Juventude, evento que reúne mais pessoas de diversos países do mundo, superando as Olimpíadas e a Copa do Mundo, receba tantas e tão calorosas críticas. O motivo é simples, vamos receber o Papa Bento XVI, Vigário de Cristo na terra e chefe da Igreja Católica Apostólica Romana. Motivos para criticá-lo também não faltam, pois, afinal, em um mundo onde a permissividade e o relativismo se tornaram bandeira, ninguém quer um contraste, pois, do contrário sua consciência poderia entrar em dúvidas, e nada mais temível hoje do que aceitar a Verdade.

Pois bem, sabemos através de numerosos casos de que aonde o Papa está e diz as coisas são convenientemente distorcidas. A Igreja Católica é criticada sistematicamente nos meios de comunicação recebendo destaque diário, porém de forma sempre perjorativa e preconceituosa. Agora que, pela graça de Deus, acolheremos a XXX JMJ no Brasil, devemos nos preparar para as atuais e futura críticas. Não devemos nos assustar. O que devemos é nos prepara para “dar provas de nossa fé”, responder as críticas, o que não será muito difícil, pois temos ao nosso lado a veracidade dos fatos.

Críticas a JMJ Madrid

Protesto em Madri contra visita do Papa terá 'beijaço'


JMJ 2011: Madrid encaixou mais de 150 milhões de euros


Los ciudadanos piden al PP madrileño que no financie a los 'antiapa'

La marcha de la intransigencia arremete contra los peregrinos de la #JMJ

 

Crítica a JMJ Brasil:

Não pensem que não será criticado a Jornada Mundial da Juventude no Brasil. Estejam preparados para respondê-las.

Vamos mostrar que a juventude católica é forte e corajosa. Vamos mostrar que conseguimos reunir mais pessoas de todas as partes do mundo do que qualquer outro evento. Vamos mostrar que a juventude brasileira ama e respeita o Santo Padre.

Não intimideis com alguns que se organizam para manchar este evento. Inclusive há pessoas que se consideram católicas que tentarão manchar o evento. Ou você pensa que esses grupos não iram se organizar para aparecer e manchar o evento?

Além dos benefícios espirituais de uma Jornada, muitos outros benefícios serão conquistados. Divulgação e promoção do Brasil para o exterior, ou seja, os jovens que vierem vão divulgar o Brasil e talvez voltem com suas famílias futuramente; Movimentação do setor turístico, transporte, cultural, comercial e de hotelaria etc.

Os que são contra o evento se esqueceram desses benefícios. Eles temem, na verdade, a força da Palavra de um senhorzinho chamado Bento XVI que consegue movimentar e mudar a  vida de milhões de jovens propondo a eles uma vida cheia de aventura e alegria. O Papa irá propor aos jovens o que sempre a Igreja tem proposto. E não temos dúvidas que muitos jovens irão abraçar a vida dos Sacramentos, da Castidade e vão profundamente refletir sua Vocação. Deus quer isso! Quer que sejamos SANTOS!!!!

O Significado da Missa - Dom Fulton Sheen



sábado, 11 de fevereiro de 2012

Você quer largar o homossexualismo? Tem cura! Porém a grande mídia e os pró-gayzista não dizem!!!! -PARTE II-

É POSSÍVEL DEIXAR DE SER HOMOSSEXUAL, AFIRMA PSICOTERAPEUTA AMERICANO (II)


Richard Cohen apresentou o seu livro na Espanha

MADRI, sexta-feira 10 de fevereiro de 2012 (ZENIT.org) - Nesta terça-feira, Richard Cohen, psioterapeuta nos Estados Unidos, apresentou seu trabalho na Espanha Comprender y sanar la homosexualidad (compreender e curar a homossexualidade), no qual, deixa aos homossexuais, que querem deixar de sê-lo, uma mensagem de esperança: “Nunca desista, a mudança é possível”. Apresentamos a seguir a segunda parte desta entrevista: 
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Qual é então o medo de falar de mundança?
- Richard Cohen: Quando afirmo que é possível mudar de homossexual para heterossexual, os homens y mulheres gays, lésbicas, bissexuais e transsexuais sentem-se ameaçados. Compreendo a sua preocupação. Eu sofri discriminação e preconceitos, quando vivia como gay. Sinto o mesmo amor e compaixão por todos os homens e mulheres homossexuais, por aqueles que vivem uma vida gay e por aqueles que procuram uma mudança para viver uma vida heterossexual. Todo mundo é livre de decidir a vida que quer viver. Respeitemo-nos uns aos outros em um espírito de amor e verdade. É um direito humano de autodeterminação e de liberdade de expressão.
No seu livro, você diz que, para essa transição, é preciso curar as feridas emocionais. Que feridas são essas?
Richard Cohen: Se você estuda a literatura científica, vai encontrar os diversos fatores que levam alguém a se sentir atraído pelas pessoas do seu próprio sexo. Se você conversar e escutar os gays e as lésbicas, vai encontrar as similitudes nas suas origens. Eu explico no meu livro dez causas potenciais que levam homens e mulheres a ter sentimentos homossexuais.
Quais são?
Richard Cohen: Ninguém nasce, essencialmente, com sentimentos homossexuais. Ninguém simplesmente escolhe ter atração pelo mesmo sexo. Existem muitas razões para alguém se sentir atraído pelo mesmo sexo. Algumas causas potenciais dos sentimentos homossexuais são: 1) a carência de vínculos entre o filho e o pai, ou entre a filha e a mãe; 2) o temperamento hiper-sensível; 3) a identificação exagerada entre o filho e a mãe, ou entre a filha e o pai; 4) a falta de conexão com os companheiros do mesmo sexo, garotos que não se sentem à vontade com outros garotos, e meninas que não se sentem à vontade com outras meninas; 5) o abuso sexual. Estas são só algumas experiências que podem levar alguém a desenvolver a atração pelo mesmo sexo. Nunca é uma coisa só que leva aos sentimentos homossexuais.
Então existe uma causa nos pais?
Richard Cohen: Não é a educação dos pais, em si mesma, que gera sentimentos homossexuais, mas a percepção que a criança tem dessa educação. Subjazendo à atração pelo mesmo sexo, nós temos dois pontos principais: 1) traumas que não foram resolvidos no passado; 2) necessidades legítimas de amor por pessoas do mesmo sexo. Esses dois pontos conduzem à atração pelo mesmo sexo.
É possível prevenir a orientação homossexual?
Richard Cohen: Sim. No meu livro Gay Children, Straight Parents, eu explico como a família e os amigos podem ajudar as pessoas atraídas pelo mesmo sexo a mudarem e realizarem o seu destino heterossexual. Como nós conhecemos o que produz os sentimentos homossexuais, é fácil entender a forma de ajudar os homens e as mulheres homossexuais. Em outras palavras: um menino recebe o seu senso da masculinidade em primeiro lugar do seu pai, e depois dos parentes e companheiros homens; e uma menina recebe o senso da feminilidade primeiramente da sua mãe, e depois das parentes e das companheiras mulheres. Depois, quando o garoto atravessa a adolescência, surgem naturalmente os desejos heterossexuais. Neste último livro, eu descrevo doze princípios que a família e os amigos podem aplicar para ajudar os seus entes queridos homossexuais a conseguirem atingir a sua verdadeira identidade de gênero. Funciona se você seguir o programa. Nós conseguimos um grande sucesso ao longo dos anos.
Por que sua fé em Deus foi tão importante e decisiva para sua transição da homossexualidade para a heterossexualidade?
- Richard Cohen: Realmente não foi a minha fé em Deus que me ajudou a curar e sair da homossexualidade. Foi a confiança de Deus em mim que me ajudou a mudar! Por muitos anos, eu achava que era a pior pessoa do mundo porque tinha sentimentos homossexuais. Ouvi dizer que a homossexualidade era o pior "pecado". Mas finalmente percebi que Deus me amava incondicionalmente. Quando senti o seu amor, me tocou no mais profundo da alma e comecei a curar.
Passamos do ridicularizar e silenciar os homossexuais a aceitar quase todas as idéias do lobby gay. Você acha que muitas organizações médicas e religiosas deveriam pedir desculpas aos homossexuais por não ajudá-los no passado, e nem fazê-lo agora por medo de serem demonizados se eles não se dobram ao politicamente correto?
- Richard Cohen: Muitas organizações religiosas, médicas e psicológicas deixam que a criança escorregue pelo ralo da banheira. Abdicam das suas crenças fundamentais em nome da tolerância. Ao invés de pedir desculpas aos homossexuais por seus erros passados, mudam as suas crenças. Isso não é útil e nem agradável para a comunidade homossexual.
Então?
- Richard Cohen: Temos que pedir desculpas por nossas palavras e comportamentos ofensivos do passado, e oferecer-lhes o presente do nosso amor e compreensão, que ajudará verdadeiramente que todos os homossexuais se descubram a si mesmos em toda a sua verdade e autenticidade. Quando o fizermos, surgirá em todos nós uma mudança real e duradoura.
O que você diria a uma pessoa com sentimentos homossexuais que sofre e quer mudar sua orientação?
- Richard Cohen: Entendo como você se sente. Passei por isso. Tenha esperança de que todos os seus sonhos serão realidade. Mudar é possível! Vivi uma vida gay e agora estou casado há trinta anos. Não desista. Se você seguir as quatro etapas da cura de Compreender y Sanar la homosexualidad, encontrarás a liberdade que você deseja. Nunca desista.
O livro, em espanhol, pode ser adquirido clicando aqui.
Fonte: ZENIT

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Você quer largar o homossexualismo? Tem cura! Porém a grande mídia e os pró-gayzista não dizem!!!! -PARTE I-

É POSSÍVEL DEIXAR DE SER HOMOSSEXUAL, AFIRMA PSICOTERAPEUTA AMERICANO (I)



Richard Cohen apresentou o seu livro na Espanha


MADRI, quinta-feira 09 de fevereiro de 2012 (ZENIT.org) - Nesta terça-feira, Richard Cohen, psioterapeuta nos Estados Unidos, apresentou seu trabalho na Espanha Comprender y sanar la homosexualidad (compreender e curar a homossexualidade), no qual, deixa aos homossexuais, que querem deixar de sê-lo, uma mensagem de esperança: “Nunca desista, a mudança é possível”. Baseia-se também na sua própria experiência, já que ele mesmo foi homossexual. Antes de iniciar uma movimentada agenda de promoção do seu livro publicado pela LibrosLibres, Richard Cohen concedeu umas declarações à Zenit. Apresentamos a primeira parte da entrevista.
É verdade que a pessoa nasce homossexual?
- Richard Cohen: De acordo com a Associação Americana de Psicologia (APA), não se nasce necessariamente com a atração pelo mesmo sexo: "Apesar de que se tenham investigado muito as possíveis influências genéticas, hormonais, do crescimento, sociais e culturais sobre a orientação sexual, não há evidências que permitam os cientistas concluir que a orientação sexual esteja determinada por um ou por mais fatores concretos. Muitos acreditam que tanto a natureza quanto a educação desempenham um papel complexo. A maioria das pessoas sentem que tiveram pouca capacidade de escolha da sua orientação sexual ", diz a Associação Americana de Psicologia.
Por que existem pessoas com atração pelo mesmo sexo?
- Richard Cohen: Mais de oitenta anos de literatura científica têm encontrado muitas razões pelas quais as pessoas experimentam sentimentos homossexuais. Sei isso pela minha própria vida, pela vida de centenas de pessoas com as quais trabalhei como terapeuta, e de outras milhares através dos nossos workshops de cura e aulas através de videoconferência.
Muitas pessoas não acham o modo de vida "gay" engraçado e gostariam de outro estilo de vida. Querem mudar os seus sentimentos homossexuais e ter família e filhos.
É possível a transição da homossexualidade para a heterossexualidade?
- Richard Cohen: Durante os últimos vinte e dois anos, como psicoterapeuta na International Healing Foundation, tive um sucesso notável ajudando homens e mulheres a resolverem sua atração indesejada à pessoas do mesmo sexo e realizar seus sonhos de heterossexualidade.
Como?
- Richard Cohen: Nosso plano em quatro etapas para passar de gay para não gay funciona se alguém estiver realmente interessado na mudança. Através do nosso programa, explicado no meu livro, as pessoas mudam de dentro para fora. Não é apenas a mudança de comportamento. Quando alguém identifica e corrige as feridas do seu passado, e experimenta o amor numa relação saudável e não sexual com pessoas do mesmo sexo, surge naturalmente o desejo heterosexual.
Você o tem visto no seu consultório...
- Richard Cohen: Eu experimentei isso pessoalmente e tenho observado a mesma transformação na vida de milhares de homens e mulheres com quem trabalhei como conselheiro, em seminários de cura ou aulas por videoconferência. Os quatro ingredientes da mudança são: 1) motivação pessoal, 2) um tratamento eficaz, 3) o apoio dos demais, 4) o amor de Deus.
Por que o lobby gay não quer assumir que muitas pessoas homossexuais sofrem por seus sentimentos e querem ser livres para fazer a transição?
- Richard Cohen: Os ativistas homossexuais trabalharam duro para evitar que os profissionais da saúde médica e psicológica  oferecessem a sua ajuda àqueles que experimentam atração indesejada pelo mesmo sexo. A razão é que os homossexuais sofrem muitos preconceitos. Tudo o que eles querem é ser amados e aceitos. Portanto, desenvolvem a teoria de que ser gay é algo inato e imutável e não pode ser alterado. Mas isso não é cientificamente exato.
O livro pode ser adquirido clicando aqui 
[Tradução Thácio Siqueira]
Fonte: Zenit

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Reflexões sobre o BBB* - Dom Orlando Brandes

Reflexões sobre o BBB*


Respiramos uma atmosfera erótica generalizada. Nada acontece por acaso. Estes programas têm uma filosofia, uma intenção, um objetivo que é ganhar dinheiro pela via do erotismo. Sexo, dinheiro e fama são os piores ídolos da humanidade. Eles nos escravizam. Trata-se de uma ‘trinca perigosa’.


Depois que no Brasil, através de manobras políticas, foi liberado o divórcio instantâneo, a manipulação de células tronco embrionárias, a união de pessoas do mesmo sexo, a lei da palmada, entramos numa anarquia erótica. Sem esquecer o ‘kit sexo’ idealizado pelo ex-ministro da Educação, o projeto da homofobia, do aborto e aquela jogada nada honesta de liberar o aborto em nome dos direitos humanos e da saúde publica, como queria o ex-ministro da Saúde. Virou uma balbúrdia, e até os que defendem as bandeiras da revolução sexual estão preocupados.


Tudo isso parece modernidade, mas é sintoma da doença da nossa civilização. O Império Romano não foi derrotado pela espada e canhões, mas pela decadência moral. Um sábio chinês diz que estamos confundindo um navio furado, invadido pelas águas e afundando, com uma piscina de banho. Estamos afundando e fazendo festa, como se o barco furado invadido pelas águas fosse uma piscina.


Nada temos a aprender da revolução sexual acontecida nos Estados Unidos e na Europa. São países envelhecidos e necessitados de braços estrangeiros, de mão de obra barata. Está mais do que comprovado que a revolução sexual fracassou. Tudo piorou com a pornografia na internet. Nossa cultura secularizada erotiza precocemente crianças e adolescentes fazendo explodir a gravidez precoce, a aids e outras doenças. O próprio Freud orientou a sexualidade humana para a sublimação.


Na ideologia do BBB está sendo passado um culto exagerado do corpo, a exaltação do instinto e da paixão, o homossexualismo, a inutilidade do casamento, a degradação da família. Isso tudo sem respeito pelo povo e seus valores morais. A banalização da sexualidade é um retrocesso destrutivo porque abre o caminho para a droga, o alcoolismo, o vazio interior, a exaltação do corpo.


Há escolas onde a educação sexual consiste apenas em saber usar o preservativo, conhecer a fisiologia corporal e a praticar todo tipo de erotismo. Em muitos setores da sociedade o permissivismo está incentivando o contrário, isto é, a volta do moralismo, do tabu, do negativismo sexual. Não devemos perder a simpatia, o louvor, a gratidão pelo dom da sexualidade.
Na democracia temos o direito de protestar, contestar, dialogar, discordar. Em relação ao BBB, continuemos a utilizar a internet. Mudar de canal é um gesto que tem efeitos muito práticos. Não telefonar para dar o voto aos concorrentes também é algo eficaz. O protesto popular, a consciência social, a manifestação do povo e das instituições têm poder. O que não podemos é continuar reféns da ditadura do relativismo e do erotismo. BBB é um desacato à nossa cultura.


Não morremos por falta de sexo, morremos por falta de afeto, de carinho, de consideração. A paixão tem sabor de liberdade, mas é uma corrente que nos amarra e a carne não basta para saciar nossa fome de amor. O coração é mais que o corpo. O Brasil não pode ser a pátria do turismo sexual. Nossa tradição familiar e cristã é um bem para sociedade.


Tantos artistas convertidos já declaram ao mundo inteiro que a ‘alegria do espírito é maior que a volúpia da carne’. O que vale é o amor, os valores, os limites, a humanização da sexualidade, a fé, a espiritualidade. O amor livre é uma invenção burguesa que leva à onipotência e onipresença do prazer desordenado. Torna-se escravidão e desilusão.


A sexualidade é uma energia que nos leva ao encontro com o outro inclusive com o grande Outro. É uma força de comunhão, de relacionamento, de amizade, de transcendência. Temos um longo caminho a percorrer na busca do equilíbrio e da maturidade sexual e afetiva. Quanto mais amor, mais pudor. A linguagem do amor compõe-se das seguintes declarações: eu sou amável; eu gosto de você; eu sou capaz de amar; eu amo e por isso escolho; eu decido amar alguém; eu sou teu para sempre.


Dom Orlando Brandes é Arcebispo de Londrina-PR
Fonte: http://maringa.odiario.com/blogs/domanuar/

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Dom Fulton Shenn - Vencendo a indiferença

PENA QUE NÃO TEM MAIS VÍDEOS DELE LEGENDADOS EM PORTUGUÊS!!





Parresía: "Feminismo - O maior inimigo das mulheres"

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