“Quanto mais alto formos, melhor nós ouviremos a voz de Cristo.” Beato Pier Giorgio Frassati
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Blog dedicado a Jackson de Figueiredo
Blog dedicado à memória de Jackson de Figueiredo Martins (1891 — 1928) . Advogado, ensaísta, jornalista, critíco e católico fervoroso, Jackson imprimiu no Centro Dom Vital um espírito de luta e irrenunciável defesa dos princípios cristãos. De temperamento forte e caráter convicto, despertou admiração de muitos que o conheceram. Ainda hoje deperta atenção dos que admiram a história do Centro Dom Vital e seus tempos áureos!
terça-feira, 14 de junho de 2011
Iniciativa brasileira recorda os 75 anos do falecimento de Gibert Keith Chesterton
REDAÇÃO CENTRAL, 14 Jun. 11 / 07:39 pm (ACI)
Um dos maiores apologistas católico do século XX, Gilbert Keith Chesterton, morreu há exatos 75 anos. Uma iniciativa criada no Brasil, o site Chesterton Brasil, recorda em um artigo a figura deste escritor converso ao catolicismo, lançando a ideia de criar uma Sociedade Chestertoniana Brasileira como as que já existem em outros países.
Em um artigo enviado à ACI Digital, os membros do Chesterton Brasil recordam que “Gilbert Keith Chesterton nasceu no dia 29 de maio de 1874 e faleceu no dia 14 de junho de 1936. Grande defensor da fé católica, Chesterton nasceu e foi criado no Anglicanismo. Converteu-se em 1922, aos 48 anos de idade”.
“Chesterton foi polemista por natureza. Sempre alegre e respeitoso com seus amigos, admiradores e até opositores, nunca deixou de defender a verdade com rigor lógico e utilização de argumentos baseados na filosofia do Senso Comum”, recordaram também os criadores da iniciativa.
Os organizadores do Chesterton Brasil destacam um dos seus melhores livros que leva o título de Ortodoxia, escrito em 1908. Paradoxalmente, o autor escreveu essa primorosa defesa da Fé antes de se converter. A obra “foi escrita em resposta a G. S. Stree, que o desafiou a expor sua filosofia, já que na obra Hereges (1905) (...) Chesterton demonstrou a fraqueza e irracionalidade do pensamento moderno e as incoerências das novas ideologias”.
“A maior parte das modernas filosofias não são filosofias, mas dúvidas sobre a possibilidade de haver filosofia”, escreveu Chesterton em sua biografia dedicada a Santo Tomás de Aquino.
“No entanto, Chesterton ficou muito conhecido no Brasil por suas histórias policiais. Autor do personagem Padre Brown, o autor escreveu diversos contos que foram publicados em livros com títulos como “A inocência do Padre Brown”; “O segredo do Padre Brown”, entre outros”, afirmam também os autores da iniciativa.
O converso britânico criou um personagem distinto dos detetives de Conan Doyle e Poe, pois Padre Brown é um detetive que aparenta ingenuidade, mas age com incríveis perspicácia e agudeza investigativa.
Mais adiante, os membros do Chesterton Brasil recordam que o autor “escreveu mais de 80 livros e 400 artigos. Escreveu para os jornais Daily News, Illustrated London News e The New Witness. Em 1926, fundou o seu próprio periódico, chamado de G.K.’s Weekly. Casou-se em 1901 com Fraces Blogg, sua inseparável e amada esposa. Não tiveram filhos por causa de um problema de saúde por parte de Frances”.
“Foi muito elogiado por diversos escritores, como C.S.Lewis, Jorge Luiz Borges, Étienne Gilson, Hillaire Belloc e seu adversário e amigo Bernard Shaw. No Brasil destacam-se Alceu Amoroso Lima, Gustavo Corção e Gilberto Freire. Até Antônio Gramsci, comunista italiano, elogiou as obras de Chesterton”.
Chesterton faleceu em sua casa no dia 14 de junho de 1936. Naquela ocasião, o Papa Pio XI, através do Cardeal Eugenio Pacelli – futuro Pio XII -, escreveu por meio de um telegrama:
“O Santo Padre está profundamente consternado com a morte de Gilbert Keith Chesterton, devoto filho da Santa Igreja, dotado defensor da Fé Católica. Sua Santidade oferece paternais condolências ao povo da Inglaterra, promete orações pelo falecido amigo e outorga sua Benção Apostólica”.
“Ironicamente, Chesterton recebeu o título de Fidei Defensor, que havia sido concedido por Leão X ao rei Henrique VIII antes deste se rebelar contra a Igreja”, recorda o artigo do Chesterton Brasil.
Em 2009, num congresso realizado e organizado em Oxford, com o tema “A santidade de G. K. Chesterton”, foi apresentada às autoridades eclesiásticas a proposta de se iniciar o processo de estudo para a beatificação de Chesterton.
Os organizadores do Chesterton Brasil afirmam que “apesar de existirem diversas iniciativas no exterior dedicadas a resgatar sua memória e obras, aqui no Brasil Chesterton infelizmente é desconhecido. Pouquíssimas obras – comparadas com o montante que ele produziu – estão traduzidas para o português”.
O site Chesterton Brasil tenta suprir esta ausência de material sobre o autor e busca “compilar e difundir o pensamento de Gilbert Keith Chesterton” lançando a ideia de em breve formar uma Sociedade Chestertoniana Brasileira, como as Inglesas, Americanas, Argentina e Italiana.
O site possui traduções de artigos, vídeos, a oração para a beatificação, frases, livros para download, trabalhos acadêmicos, imagens, e outros recursos de interesse para aqueles que queiram conhecer melhor este escritor católico do século XX e sua obra.
Para mais informações sobre a vida e obras do autor visite: http://chestertonbrasil.blogspot.com/
Fonte: AciDigital.com
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Si Jesucristo viniera, Chesterton
"...La cabeza de la Iglesia Católica, a quin llamamos El Vicario de Cristo, lanzó uma proclamación denominada comúnmente Rerum Novarum, em la que manifestaba três cosas: 1) Que la concentración de riqueza existe em manos de los capitalistas “impone sobre millones de trabajadores um yugo poco mejor que la esclavitud.” 2) Que no hemos de huir de ella mediante la concetración Del comunismo, pues este niega lãs formas naturales de La propriedad, la libertad y la pátria. 3) Que aunque a los asalariados les asista el derecho de asociación e incluso de huelga, em ciertas condiciones justas, es mejor que “los pobres se conviertan em proprietarios hasta donde sea posible”, es decir, em pequeños capitalistas o dueños de los sinópticos, ni tampoco se trata de um consejo puramente espiritual dirigido a um individuo aislado. Traza com la mayor claridad uma línea general de conduta que no tiene nada de malo, a excepción de que nadie actuá de acuerdo com ella...
Ahora bien, mantengo sin vacilar que si el mundo moderno hubiera escuchado El consejo Del Papa em los últimos cuarenta años, habría realizado um esfuerzo para dispersar El capitalismo sin aceptar realizado um esfuerzo violento para dispersar El capitalismo sin aceptar El comunismo; si se hubiera conseguido que El ser proprietário fuera algo normal entre la gente normal, no estaríamos em la horrible confusión em la que nos encontramos em la actualidad; los pobres tendrían unas condiciones de vida dignas y decentes y los cristianos podrían aducirlo como defensa frente AL comunismo. Ahora bien, como hemos seguido um camino horriblemente endemoniado, tenemos que defender algo casi indefendible, solo porque El remédio ES todavia peor que la enfermidad."
Trecho do artigo “Good Housekeeping”, abril de 1932 (Chesterton Review, vol. X, n.1, pp.9-11).
Retirado do livro PEARCE, Joseph. G.K.Chesterton: sabidúria e inocencia. Madrid: Encuentro. 2009. pp. 511-512
segunda-feira, 6 de junho de 2011
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