“Quanto mais alto formos, melhor nós ouviremos a voz de Cristo.” Beato Pier Giorgio Frassati
domingo, 31 de janeiro de 2010
Documentário sobre a cruz da Jornada Mundial da Juventude (JMJ)
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Fonte:; http://www.youtube.com/amigodacruz
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Para os jovens!
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Transcrito e traduzido do livro:
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
"Devemos (...) encorajar mais uma vez o conceito de um "Jesus histórico"
Você perceberá que muitos escritores políticos Cristãos pensam que o Cristianismo começou a dar errado bem cedo, afastando-se da doutrina do seu Fundador. Devemos fazer uso dessa ideia para encorajar mais uma vez o conceito de um "Jesus histórico", que só será encontrado quando eles se livrarem dos "acúmulos e perversões" posteriores, para depois compará-lo com toda a tradição Cristã. Na última geração de seres humanos, nós conseguimos estimular uma interpretação do tal "Jesus histórico" em linhas mais liberais e humanitárias; agora formulamos um novo "Jesus histórico" em linhas Marxistas, catastróficas e revolucionárias. As vantagens dessas interpretações, que esperamos modificar a cada trinta anos mais ou menos, são inúmeras. Em primeiro lugar, todas tendem a direcionar a devoção dos homens para algo que não existe, pois cada "Jesus histórico" não existe na história. Os documentos dizem o que dizem, e não podem ser alterados; cada novo "Jesus histórico", portanto, tem de ser criado a partir desses documentos, suprimindo certos aspectos e exagerando outros, e também fazendo certas suposições (genial é o adjetivo que ensinamos os humanos a aplicar à coisas) nas quais, na vida comum do dia-a-dia, ninguém apostaria nem dez centavos, mas que são suficientes para produzir uma safra de novos Napoleões, novos Shakespeares e novos Swifts na lista dos novos títulos das editoras.
Em segundo lugar, cada uma dessas interpretações confia a importância do seu Jesus histórico a alguma estranha teoria que supõe-se que Ele tenha pregado. Ele tem de ser um "grande homem", no sentido moderno da expressão - um homem no fim de uma linha de raciocínio centrífuga e desequilibrada - um excêntrico que vende uma panaceia. Desse modo, conseguimos distrair a mente dos homens daquilo que Ele é e daquilo que Ele fez. Primeiro, fazemos d'Ele um simples mestre, e depois escondemos a própria semelhança essencial que existe entre Seus ensinamentos e aqueles de todos os outros grandes mestres morais. Pois não devemos permitir que os humanos percebam que todos os grandes moralistas são enviados pelo Inimigo - não para informar os homens, e sim para relembrá-los, para restabelecer aquelas obviedades morais primordiais, opondo-se ao contínuo obscurecimento que fazemos delas. Nós criamos os Sofistas; Ele cria um Sócrates para responder a eles.
E o nosso terceiro objetivo é destruir, com essas interpretações, a vida devocional. Substituímos a presença real do Inimigo, experimentada pêlos homens na prece e no sacramento, por uma figura pouco plausível, remota, obscura e esquisita, alguém que falava numa língua estranha e que morreu há muito tempo. Tal objeto certamente não é digno de adoração. Em vez, do Criador adorado pela sua criatura, em breve você terá apenas um líder aplaudido por um partidário, e finalmente um ilustre personagem aprovado por um historiador criterioso.
E, em quarto lugar, além de não possuir uma base histórica para esse Jesus que descreve, esse tipo de religião prova-se também falsa em outros aspectos históricos. Nenhuma nação, e pouquíssimas pessoas, chegam até o Inimigo pelo estudo histórico da mera biografia de Jesus. Na verdade, os fatos necessários para uma biografia completa foram ocultos dos homens. Os primeiros adeptos do Cristianismo se converteram por causa de um único fato histórico (a Ressurreição) e uma única doutrina teológica (a Redenção) que estava de acordo com um entendimento de pecado que eles já possuíam - pecado, deve-se ressaltar; não algo baseado em alguma lei falsa apresentada como novidade por algum "grande homem", e sim na velha e corriqueira lei moral universal que lhes foi ensinada por suas mães e amas-secas. Os "Evangelhos" vieram mais tarde e foram escritos não para criar Cristãos, e sim par edificar os Cristãos já existentes.
Portanto, devemos sempre promover o "Jesus histórico", por mais perigoso que isso possa parecer para nós em certos momentos. Mas, quanto à ligação existente tente entre o Cristianismo e a política, nossa posição um pouco mais delicada. Obviamente, não desejamos que os homens permitam que o Cristianismo domine sua vida política, porque estabelecer qualquer coisa parecida com uma sociedade realmente justa seria uma grande tragédia. Por outro lado, devemos desejar ardentemente que os homens tratem o Cristianismo como um meio para alcançar determinados fins; de preferência, é claro, como um meio para benefício próprio; mas, se não conseguirem isso, como um meio para qualquer coisa - mesmo que seja para a justiça social. Você deve fazer com que os homens primeiro vejam a justiça social como algo que o Inimigo exige, e fazer com que eles depois cheguem ao estágio no qual dão valor ao Cristianismo porque ele pode gerar a justiça social; pois o Inimigo não deseja ser usado como mera conveniência. Se assim fosse, os homens ou as nações que acreditam que devem restaurar a fé para criar uma sociedade justa poderiam muito bem utilizar o caminho que leva ao Céu como um atalho para a farmácia mais próxima. Felizmente, é bem fácil seduzir os humanos a pensar assim.
Afetuosamente, seu tio, FITAFUSO
CLIVE STAPLES LEWIS, Cartas de um Diabo a seu Aprendiz, Carta 23, Oxford, 1942.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
SITES DAS PARÓQUIAS DA ARQUIDIOCESE DE BH
LISTA DE SITES DAS PARÓQUIAS DA ARQUIDIOCESE DE BELO HORIZONTE
REGIÃO EPSICOPAL NOSSA SENHORA DA PIEDADE(RENSP)
Arquidiocese de Belo Horizonte
http://www.arquidiocesebh.org.br/site/
Paróquia Santa Efigênia
http://www.santaefigeniabh.org.br/
Paróquia Nossa Senhora Rainha
http://www.nsrainha.com/home/index.php
Paróquia Nossa Senhora da Consolação
http://www.igrejaconsolacaocorreia.com.br/home/index.php
Paróquia São José
http://www.igrejasaojose.org.br/
Paróquia São Sebastião
http://www.igrejasaosebastiao.com.br/
Paróquia Santa Luzia
http://www.igrejasantaluzia.org/
Paróquia Santa Cruz
http://www.parsantacruz.org.br/
Paróquia Nossa Senhora da Glória
http://www.portaldagloria.org.br/site/
Paróquia Nossa Senhora do Bom Sucesso
http://www.pnsbs.com.br/
Paróquia São Judas
http://www.saojudasbh.com.br/
Paróquia Nossa Senhora de Nazaré
http://www.paroquiansnazare.org.br/
Paróquia Senhor do Bom Jesus
http://www.senhorbomjesus.org.br/
Paróquia Santo Inácio
http://www.paroquiasantoinacio.com.br/
REGIÃO EPISCOPAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO (RENSC)
Nossa Senhora das Neves
www.nsneves.com/
Paróquia Santa Maria Mãe de Deus
http://www.santamariamaededeus.org.br/
Paróquia São Francisco Xavier
http://www.psfx.org.br/
Paróquia São Sebastião e São Vicente
http://www.psssv.blogspot.com/
REGIÃO EPISCOPAL NOSSA SENHORA DA ESPERANÇA (RENSE)
Paróquia Nossa Senhora Rainha da Paz
http://www.rainhadapaz.org.br/
Paróquia São Luiz Gonzaga
http://www.pslg.com.br/
Paróquia Santa Clara de Assis
http://www.portalsantaclara.org.br/
Paróquia Santíssima Trindade
http://www.santissimatrindade.org.br/
Paróquia Santa Terezinha do Menino Jesus
http://www.teresinha.com/2009/
REGIÃO EPISCOPAL NOSSA SENHORA APARECIDA (RENSA)
Paróquia Cristo Redentor
http://www.cristoredentor.org.br/
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
A Igreja Católica: Construtora da Civilização
Thomas Woods graduou-se na Universidade de Harvard e é doutor em História pela Universidade de Columbia.
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1.1 A Igreja Católica: Construtora da Civilização - Introdução
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1.2 A Igreja Católica: Construtora da Civilização - Introdução
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1.3 A Igreja Católica: Construtora da Civilização - Introdução
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2.1 A Igreja Católica: Construtora da Civilização - Igreja e Ciência
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2.2 A Igreja Católica: Construtora da Civilização - Igreja e Ciência
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2.3 A Igreja Católica: Construtora da Civilização - Igreja e Ciência
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3.1 A Igreja Católica: Construtora da Civilização - Padres como pioneiros da ciência
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3.2 A Igreja Católica: Construtora da Civilização - Padres como pioneiros da ciência
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3.3 A Igreja Católica: Construtora da Civilização - Padres como pioneiros da ciência
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4.1 A Igreja Católica: Construtora da Civilização - O Caso Galileu
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4.2 A Igreja Católica: Construtora da Civilização - O Caso Galileu
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4.3 A Igreja Católica: Construtora da Civilização - O Caso Galileu
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5.1 A Igreja Católica: Construtora da Civilização - O Sistema Universitário
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5.2 A Igreja Católica: Construtora da Civilização - O Sistema Universitário
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5.3 A Igreja Católica: Construtora da Civilização - O Sistema Universitário
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12.1 A Igreja Católica: Construtora da Civilização - Atrocidades anticatólicas
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12.2 A Igreja Católica: Construtora da Civilização - Atrocidades anticatólicas
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12.3 A Igreja Católica: Construtora da Civilização - Atrocidades anticatólicas
COMO ESTRAGAR A LITURGIA
Esconda o altar debaixo de uma grande toalha branca com rendas, como se usa em banquete de casamento novo-rico. Aperfeiçoe a camuflagem pondo à frente do altar uma mesinha com bacia e jarra tamanho GG para lavar as mãos, cadeiras de presidente e ministros, caixa de som, tronco do dízimo e estandarte da irmandade. Sobre o altar, ponha seis castiçais barrocos, com velas coloridas e rendas na base da vela, como também alguns conjuntos de flores (artificiais, para economizar), um grande pão (pode ser pão-de-açúcar), uma bandeja com frutas (de preferência jaca), uma imagem de Nossa Senhora e uma estante para receber a Bíblia que será trazida em procissão dançante. Se sobrar espaço, coloque também uma estante ou uma almofado (da cor do time do padre) para o missal.
Ponha o microfone no volume máximo. Provoque regularmente microfonia, sem ter pressa de acertar o som. Introduza o maior número possível de comentários. Evite usar o lecionário litúrgico e leitores treinados. Fale ao povo para acompanhar no folheto, pode ser um exercício de alfabetização coletiva. Use o folheto ainda para ventilar. Antes das leituras, apresente o leitor como nome e sobrenome, inclusive da sogra. Substitua a primeira leitura por um texto de Paulo Coelho. Na homilia, fale as últimas notícias da Igreja e não mencione o evangelho, a não ser para introduzir o relatório de sua recente viagem à Terra Santa.
Faze uma procissão com símbolos no início, no meio e no fim. Explique amplamente os símbolos, para lhes dar um sentido, já que pode não ser evidente. Não tenha medo de repetir sempre os mesmos símbolos novos, mas, para não sobrecarregar, esqueça os símbolos que a liturgia já tem de si mesma.
Confie a parte musical a uma banda de rock. Tente imitar Padre Marcelo ou, ao menos, Roberto Carlos. Escolha melodias que na América do Norte são autóctones. Não dê a letra ao povo e cuide de que ele não a entenda. Cante tudo com a mesma força máxima, e todas as estrofes até o fim; desconheça a diferença entre estrofe e refrão, solista e canto geral. Alterne os cantos cantados ao vivo com músicas de CD, com o acompanhamento mais chinfrim possível.
Construa sua igreja rente à rua principal e deixe a porta bem aberta durante a celebração. Prepare o ambiente da missa, tocando música religiosa meio hora antes (no tempo comum, o Coro dos Escravos de Verdi; na Semana Santa, o Aleluia de Haendel; na Páscoa, o final da Nona Sinfonia de Beethoven). Se depois da missa houver festa da comunidade no pátio ao lado, peça que os jovens testem o som durante a missa. Não deixe um segundo de silêncio durante a ação litúrgica. Se casualmente houver algum momento sem outro barulho, contrate umas mães para que ponham seus filhos a chorar. Depois da comunhão, dê a palavra a um candidato político.
O celebrante seja vestido de maneira ecléctica, pós-moderna: túnica axê, casula romana, estola andina, cruz de bispo oriental no peito. Se sofrer de resfriado, pode usar turbante hindu. Treine a voz escutando as rádios apropriadas para ela ficar melosa. Nunca fale em tom de quem preside, pois isso seria antidemocrático. Comece cada frase com “Vamos...”. Não use o microfone na oração eucarística, pois essa não precisa ser ouvida, já que não tem nenhuma novidade. Dê instruções aos ministros, não com antecedência, mas a cada momento da missa, interrompendo ostensivamente a ação sagrada. Se for capaz, ou também se não o for, puxe o canto tocando violão ou teclado posto sobre o altar. De vez em quando corra à sacristia para levantar mais ainda o som.
7. Como alienar o povo
Organize sua liturgia de modo que possa competir com os shows da TV. Evite tocar em assuntos melindrosos, como sejam a justiça, a educação, o desemprego, a corrupção (especialmente a da própria cidade). Diga que tudo vai bem quando tudo vai mal. Ensine que Jesus é bom em vez de justo, pois a justiça não é boa para os donos deste mundo. Ensine que Jesus lava nossos pecados com seu sangue e que, portanto, podemos abastecer a lavanderia à vontade. Não confronte as pessoas com Deus nem consigo mesmas.
Logo após o relato institucional, conduza um momento de adoração, com muitos gritos e louvores, terminando com derramamento de lágrimas ao som de músicas como "Ninguém te ama como eu" ou "Jesus está aqui, Aleluia, tão certo como o ar que eu respiro..." (o povo gosta...).
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* Se alguém pensa descobrir nestas orientações uma crítica à inculturação luso-afro-brasileira ou ameríndia, ou às celebrações das capelas pobres e das comunidades populares, asseguro que essa não é a intenção.
A Igreja e o Estado para Santo Tomás de Aquino

O fim do homem, para Santo Tomás, é o aperfeiçoamento de sua natureza, o que somente pode cumprir-se em Deus. A finalidade última das ações humanas transcenderia, portanto, ao próprio homem, cuja vontade, mesmo que ele não o saiba, leva-o a dirigir-se ao ser supremo.
Em política, Santo Tomás distingue três tipos de lei, que dirigem a comunidade ao bem comum.
Quanto ao problema das relações entre o poder temporal e o poder espiritual, as idéias de Santo Tomás revelam a procura de equilíbrio entre as tendências conflitantes da época. O Estado (poder temporal) é concebido como instituição natural, cuja finalidade consistiria em promover e assegurar o bem comum.
Por outro lado, a Igreja seria uma instituição dotada fundamentalmente de fins sobrenaturais. Assim, o Estado não precisaria se subordinar à Igreja, como se ela fosse um Estado superior. A subordinação do Estado à Igreja deveria limitar-se aos vínculos de subordinação existentes entre a ordem natural e a ordem sobrenatural, na medida em que esta aperfeiçoaria a primeira.
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Coleção Os pensadores. Santo Tomás de Aquino . Pág 13-14.

