segunda-feira, 11 de julho de 2011

Sobre o aborto

- Mas eu sinto que o maior destruidor da paz hoje é o aborto, porque
é uma guerra contra a criança - um assassinato direto da criança inocente - assassinato pela própria mãe. E se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo sua própria criança, como nós podemos dizer para outras pessoas que não matem uns aos outros?..." (Madre Teresa de Calcutá)

- "A pior calamidade para a humanidade não é a guerra ou o terremoto. É viver sem Deus. Quando Deus não existe, se admite tudo. Se a lei permite o aborto e a eutanásia, não nos surpreende que se promova a guerra!" (Madre Teresa de Calcutá)

- "Temos medo da guerra nuclear e dessa nova enfermidade que chamamos de AIDS, mas matar crianças Inocentes não nos assusta. O aborto é pior do que a fome, pior do que a guerra" (Madre Teresa de Calcutá)

- "Um país que aceita o aborto não está a ensinar os seus cidadãos a amar, mas a usar a violência para obterem o que querem. É por isso que o maior destruidor do amor e da paz é o aborto." (Madre Teresa de Calcutá)

- "O mundo que Deus nos deu é mais do que suficiente, segundo os cientistas e pesquisadores, para todos; existe riqueza mais que de sobra para todos. É só uma questão de reparti-la bem, sem egoísmo. O aborto pode ser combatido mediante a adoção. Quem não quiser as crianças que vão nascer, que as dê a mim. Não rejeitarei uma só delas. Encontrarei uns Pais para elas.” (Madre Teresa de Calcutá)

- "Ninguém tem o direito de matar um ser humano que vai nascer: nem o Pai, nem a mãe, nem o estado, nem o médico. Ninguém. Nunca, jamais, em nenhum caso. Se todo o dinheiro que se gasta para matar fosse gasto em fazer que as pessoas vivessem, todos os seres humanos vivos e os que vêm ao mundo viveriam muito bem e muito felizes. Um país que permite o aborto é um país muito pobre, porque tem medo de uma criança, e o medo é sempre uma grande pobreza."
(Madre Teresa de Calcutá)

- "O aborto não é, como dizem, simplesmente um assassinato. É um roubo. Nem pode haver roubo maior. Porque, ao malogrado nascituro, rouba-se-lhe este mundo, o céu, as estrelas, o universo, tudo. O aborto é o roubo infinito". Mário Quintana - poeta

Fonte: Pastoralis.com.br

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