sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Chesterton fala sobre sua conversão

Retirado e traduzido da biografia de Luis Ignácio Seco. Chesterton: um escritor para todos los tiempos, 1998, Ediciones Palabra.


“Talvez tenha sido minha conversão o único ato de minha vida que nunca lamentei ter feito. Cada dia que passa a Igreja me parece mais maravilhosa; os sacramentos, mais solenes e reconfortantes; a voz da Igreja, sua liturgia, suas regras, sua disciplina, seu rito, suas decisões em questões de Fé e Moral, mais excelentes e profundamente sabias, verdadeiras e acertadas; e seus filhos, marcados por algo que não tem os demais. Aqui encontrei a Verdade e a realidade e vejo o que está fora como poeira e sombras. Uma vez mais peço a Deus que te bendiga (Maurice Baring) e a Frances. Expressa-lhe, por favor, meu afeto. Sempre lembrei de seu nome e o dela em minhas orações.”

(Carta de Chesterton a Maurice Baring, 25 de agosto 1922, a respeito de sua conversão a Igreja Católica)

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