"Não tem como ler as obras de Chesterton apenas uma vez. Quem lê seus livros tem obrigatoriamente de lê-los de novo. Não é possível absorver tudo de uma só vez. O mais fascinante é que, ao ler suas obras de novo, nos sentimos ao mesmo tempo com um sentimento de satisfação e de desepero, pois sabemos que temos de voltar a nos debruçar sobre elas. Isto é que uma obra clássica, ou seja, sempre atual e profunda.
Imprecionante a capacidade argumentativa dele. Seus argumentos paradoxais são geniais. É incrível como só depois de dois mil anos é que catolicismo teve um defensor dessa magnitude. Isso não é por acaso. Cada tempo tem o defensor da verdade com as armas e armaduras que necessita para combater o bom combate, como disse São Paulo. Chesterton nos lembra isso em seu livro sobre a vida de Tomás de Aquino, ao se referir ao frágil franciscano e ao robusto Aquino, de que eles foram um medicamento eficaz e sob medida para seu tempo. Chesterton é o medicamento para nossos tempos. É o rémedio para curar nossa razão enlouquecida. Com toda segurança ele é o maior escritor católico século XX."
Amigo da Cruz
Imprecionante a capacidade argumentativa dele. Seus argumentos paradoxais são geniais. É incrível como só depois de dois mil anos é que catolicismo teve um defensor dessa magnitude. Isso não é por acaso. Cada tempo tem o defensor da verdade com as armas e armaduras que necessita para combater o bom combate, como disse São Paulo. Chesterton nos lembra isso em seu livro sobre a vida de Tomás de Aquino, ao se referir ao frágil franciscano e ao robusto Aquino, de que eles foram um medicamento eficaz e sob medida para seu tempo. Chesterton é o medicamento para nossos tempos. É o rémedio para curar nossa razão enlouquecida. Com toda segurança ele é o maior escritor católico século XX."
Amigo da Cruz
Segue abaixo alguns trechos.
“A maior parte das modernas filosofias não são filosofias, mas dúvida sobre a possibilidade de haver filosofia.” (p.156)
“... que separa um santo dos homens ordinários é sua disposição habitual de se confundir com os homens ordinários.” (p. 107).
“O Santo é um medicamento, porque ele é um antídoto. Certamente é por isso que o santo é muitas vezes um mártir, ele é confundido com um veneno, porque ele é um antídoto. Ele geralmente será procurado para restaurar a sanidade do mundo, exagerando o que o mundo ignora, que nem sempre é o mesmo elemento em todas as idades. No entanto, cada geração procura o seu santo por instinto, e ele não é o que as pessoas querem, mas sim o que o povo precisa”. (...)”Por isso, é o paradoxo da história, que cada geração é convertida pelo santo que contradiz mais.”
Nenhum comentário:
Postar um comentário