quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Nefandum crimen


 




Aborto: “nefandum crimen” GS, 51

Século I

“não matarás a criança mediante aborto” (Didaqué, c. II, 2)

Século II

“Não mates a criança no seio da mãe” (Epístola de Barnabé, XIX, 5)

“Os que praticam o aborto cometem homicídio e irão prestar contas a Deus, do aborto. Por que razão haveríamos de matar? Não se pode conciliar o pensamento de que a mulher carrega no ventre um ser vivo, e portanto objeto da Providência divina, com o de matar cedo o que já iniciou a vida” (Atenágoras de Atenas, Súplica pelos cristãos, 3, 35, col. Patrística, ed. Paulus)

“Quanto a nós, sendo-nos proibido o homicídio de uma vez por todas, tampouco nos é permitido fazer perecer a criança concebida no seio da mãe, enquanto o ser humano continua a ser formado pelo sangue. Impedir o nascimento é um homicídio antecipado, e pouco importa se a alma é arrebatada quando nascida ou se é destruída no momento em que ela nasce.” (Tertuliano, Apologeticum, 9, 6-8)

“Aquilo que deve tornar-se um homem, homem já é, do mesmo modo que todo e qualquer fruto já está no germe.” (Tertuliano, Apologeticum, Idem)

Século IV

"A mulher que destrói voluntariamente um feto se torna culpada de assassinato. Não nos interessa fazer uma investigação minuciosa para saber se ele estava formado ou não.” (São Basílio, Lettres, t. 2, Paris, p. 124)

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